A Trombofilia é uma predisposição em desenvolver trombose naqueles indivíduos que possuem anomalias nos fatores de coagulação do sangue, aumentando o risco de formação de coágulos sanguíneos.
O motivo se dá por deficiência na ação das enzimas que realizam a coagulação do sangue.
Esse mal funcionamento das enzimas muitas vezes ocorre por problema hereditário, ou por condições adquiridas como: câncer, gravidez, obesidade, uso de medicamentos, como anticoncepcionais orais, entre outras.
Na hereditariedade, a pessoa nasce com predisposição para o surgimento dos trombos, e esse risco aumenta quando ocorre o acréscimo de outros fatores de risco como por exemplo a gestação, imobilização prolongada, idade avançada, câncer e o uso de alguns medicamentos.
A SAF que é reconhecida atualmente como a trombofilia adquirida mais comum.
Deve ser considerada no diagnóstico diferencial de tromboses arteriais e venosas recorrentes bem como nas perdas fetais de repetição e pré-eclâmpsia.
Para pacientes que já apresentaram evento trombótico arterial ou venoso, a chance de recorrência é alta. Essas pessoas devem ser anticoaguladas indefinidamente com cumarínicos monitorando-se o INR.
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